Nesta entrevista à Revista Der Spiegel o presidente do Irã defende o revisionismo, no que é aplaudido pelos revisionistas lusófonos que editam o site DIRLIP que transcreve o depoimento do iraniano.
Não deixe de visitar todos os cantos deste site (http://www.grupodirlip.org/) ! Um excelente exemplo do trabalho ideológico que os revisionistas do nazismo e do holocausto realizam na Internet: difusão de material de propaganda fascista e nazista !
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
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Um comentário:
Lendo a entrevista feita pelo Der Spiegel o presidente Iraniano, partindo de uma idéia não declarada que é exagerada a “vitimização” do povo judeu propõe que a existência de Israel foi um ato compensatório q não se estendeu aos próprios palestinos. Ou seja, negando o Holocausto, ele automaticamente negaria a justificativa da existência de Israel. Um pensamento puramente direcionado, porém Ahmadinejad se aproveita de uma lacuna da época em não existir uma política simultânea em abrigo aos palestinos num estado próprio, bem como outras políticas de abrigo a outros povos e grupos étnicos prejudicados como os ciganos, negros os próprios alemães etc(me estendendo um pouco mais). Em outras palavras, o que se faz hoje no conflito em Israel e palestinos é “tentar endireitar o que já está errado”.
Segue ainda incentivando o povo alemão a não ter mea culpa pelos judeus(aliás um processo que ascende na Europa como as declarações de mea culpa à escravidão na Inglaterra feitas no início do ano...). O grande temor aí, porém, é o pensamento extremista dessa não reflexão como estopim da afirmativa que o Terceiro Heinch foi uma política benéfica para a sociedade, tanto alemã, como para o resto da Europa que ela “fagocitava” diante da crise do capitalismo no qual todos enfrentavam. Ahmadinejad , portanto, salvo origens étnico-regionais, alimenta a crescente onda xenófoba atual no contexto ocidente, sendo por isso “caindo como uma luva” aos revisionistas ocidentais que comprovam que não somente eles apóiam essa premissa.
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